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história
pra contar |
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As
primeiras iniciativas no sentido de preservar
o Parque Estadual do Rio Doce surgiram no início
da década de trinta, pelas mãos
do arcebispo de Mariana, Dom Helvécio
Gomes de Oliveira, conhecido como bispo das
matas virgens. Mas só em 14 de julho
de 1944 foi assinado o Decreto Lei nº 1.119,
criando oficialmente este Parque, a primeira
Unidade de Conservação Estadual.
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infra-estrutura |
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O
horário de funcionamento do Parque é
de 07:00 hs às 20:00 hs. O Parque
oferece uma infra-estrutura para atendimento ao turismo
composta por: vestiários, restaurante, anfiteatro,
centro de informações, estacionamento,
camping para 500 pessoas, alojamento para pesquisadores,
laboratório, viveiro de mudas e posto de Polícia
Florestal e camping para 250 barracas (2 pessoas por
barraca) não ultrapassando 500 pessoas. As
reservas para o camping deverão ser feitas
com antecedência de no mínimo 30 dias,
pelo telefone (31) 3844-2200, no horário de
08h às 17h.
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um
exuberante labirinto de florestas e água |
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Árvores
centenárias, madeiras nobres de grande porte
e uma infinidade de animais nativos compõem
o cenário de um dos poucos remanescentes de
Mata Atlântica, no Brasil: o Parque Estadual
do Rio Doce.
Com
um notável sistema lacustre, composto por quarenta
lagoas naturais, dentre as quais destaca-se a Lagoa
Dom Helvécio, com 6,7 Km2 e profundidade de
até 32,5 metros, o Parque proporciona um espetáculo
de rara beleza. As lagoas abrigam uma grande diversidade
de peixes, que servem de importante instrumento para
estudos e pesquisas da fauna aquática nativa,
com espécies tais como bagre, cará,
lambari, cumbaca, manjuba, piabinha, traíra,
tucunaré, dentre outras.
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o
espetáculo da fauna nativa |
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No
Rio Doce é possível encontrar espécies
da avifauna como o beija-flor besourinho, chauá,
jacu-açu, saíra, anumará, entre
outros. Animais conhecidos da fauna brasileira também
são frequentes no Parque. A capivara, anta,
macacos-prego, sauá, paca e cotia, bem como
espécies ameaçadas de extinção
como a onça pintada, o macuco e o mono-carvoeiro,
maior macaco das Américas.
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